Tatu-galinha dos Andes ocidentais
(Dasypus fenestratus)
oUtros nomes comuns
–
TaxonomIa
Ordem: Cingulata
Família: Dasypodidae
Subfamília: Dasypodinae


Descrição
O tatu-galinha dos Andes ocidentais tem um comprimento de cabeça e corpo de 38 a 50 cm, uma cauda de 26 a 35 cm e orelhas com 4 a 5 cm de comprimento. Pesa entre 2 e 4 kg. A carapaça apresenta frequentemente áreas de cor castanha ou amarelo pálido nas laterais do corpo.

Distribuição
Esta espécie de tatu é distribuída desde as encostas ocidentais dos Andes, no norte do Peru, Equador, Colômbia e Venezuela, até à Costa Rica, onde sua distribuição provavelmente se sobrepõe à do Dasypus mexicanus. Ocorre desde o nível do mar até 3100 m.

Habitat e Ecologia
Este tatu está presente em uma variedade de ecossistemas e é muito tolerante à alteração do habitat.
O tatu-galinha dos Andes ocidentais é uma espécie comum. É principalmente crepuscular e noturno.

Reprodução
Suspeita-se que as características da história natural sejam semelhantes às de sua espécie irmã Dasypus mexicanus, que atinge a maturidade sexual aos 12-18 meses, tem um tempo de gestação de 140 dias e sempre dá à luz quatro filhotes monozigóticos (geneticamente idênticos) por ninhada.

dieta
É um insetívoro generalista que também se alimenta de uma grande variedade de outros itens, como pequenos vertebrados, frutas, minhocas, ovos de aves e ovos de tartarugas.

fatos curiosos
Em latim, fenestratus significa “ter uma ou mais janelas”. Mas o que o nome científico desta espécie tem a ver com uma janela? Na sua descrição original da espécie, Peters (1865) menciona que o seu nome se refere à forma das escamas das fileiras traseiras das bandas, que se assemelham a janelas góticas.

Ameaças
Não há grandes ameaças para esta espécie; ela é caçada em toda a sua área de distribuição, mas, dada sua alta taxa de reprodução, parece capaz de suportar um grau razoavelmente alto de captura.

Tendência populacional
Estável.

Estado de conservação
Dasypus fenestratus está listado como Menos Preocupante (LC), tendo em vista sua população presumidamente grande, tolerância à alteração do habitat e porque não há evidências de um grande declínio populacional.